A imprensa lacradora está horrorizada e não entendeu o novo Top Gun

Sim, “Top Gun: Maverick” está deixando muitos jornalistas e críticos moderninhos irritados.

O que essa gente aponta?

Tom Cruise é um macho alfa.

Os aviões são fálicos.

Até botaram uma piloto mulher, mas o filme ainda assim é uma aventura de macho, bem aos moldes do primeiro Top Gun e dos gloriosos filmes de sua época.

E o que é que o beautiful people da imprensa e da crítica queria? Eles queriam um “Mad Max Estrada da Fúria”. Eles queriam (mais) uma desconstrução da narrativa patricarcal, machista, falocêntrica, malvadona bla bla bla…

Ficaram chupando o dedo.

Indignados, descrevem “Top Gun: Maverick” como uma “ode à masculinidade”.



Ora, ora.

Tomara que estejam corretos.

Ainda não vi o filme, mas torço para que seja exatamente isso – um resgate do caráter heroico, glorioso da masculinidade.

Em resumo, uma volta ao bom senso!

Estamos precisando de obras assim.

Mas tem um detalhe…

Esses críticos, ao apontar essa machonaria cinemática toda, falam em “nostalgia”.

Na cabeça desse pessoal, “o futuro é feminino” – mulheres no comando, homens “desconstruídos”, fracos, coadjuvantes – e um cinema lacrador para acompanhar. E um filme “à moda antiga” só existe como lembrete de algo que já passou.

Ledo engano, “amigues”.



Há uma onda – enorme, crescendo a cada dia – um verdadeiro movimento global contra a avacalhação institucional, acadêmica e midiática da masculinidade.

Essa imensa onda não é uma “nostalgia” pelo passado. Ela veio para ficar.

Nos EUA, as revistas em quadrinhos americanas, com suas tramas lacradoras e heroínas feministas, hoje vendem menos do que os mangás japoneses “machistas”.

Filmes “modernetes” são fracassos cada vez maiores de bilheteria.



Mesmo os serviços de streaming já começaram a puxar o freio do politicamente correto, percebendo que perderão seus assinantes se não satisfizerem o público cada vez mais numeroso de pessoas que não suporta as insanidades do mundo moderno.

Ou seja…

Esse filme, “Top Gun: Maverick”, não é uma última lembrança do passado, e sim um dos primeiros sinais de um novo futuro!

Chorem “manXs”.

Esperneiem, “companheirEs”.

Mais e mais filmes “machos escrotos” virão. Pode demorar um pouco mais ou um pouco menos, mas a virada de jogo em Hollywood VAI acontecer. Assim como já dá sinais de estar prestes a começar na política, na internet, em todas as instâncias.

Amanhã há de ser outro dia.

Escritor, jornalista, videomaker e servidor público. Autor de "Política para Iniciantes" de outros livros. Às vezes, assusta as pessoas por falar o que pensa. É o profeta que uma geração alienada pelo TikTok precisava. Ainda será Presidente do Brasil (ou não).